Conto: A Luta de Leões (Changeling: The Dreaming)

Eu não tinha nada pra postar hoje, então aqui está um conto que eu escrevi sobre a Casa Fiona do jogo Changeling: The Dreaming, baseando-me na música “The Rains of Castamere” do seriado Game of Thrones.

Espero que vocês gostem

Ah, e lembrem-se! Qualquer pessoinha trans que queira divulgar seu trabalho aqui é mais que bem-vinde! Qualquer que seja a natureza desse trabalho! Continuar lendo

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Blue Rose voltando pelo Kickstarter

Dragon Age: Inquisition teve o primeiro homem trans a ser devidamente respeitado num videogame AAA.

Além disso, Dragon Age se tornou um dos melhores RPGs para jogadores iniciantes nas mãos da publicadora Green Ronin, que criaram o sistema AGE (Adventure Game Engine), que não se limita a Dragon Age, mas também roda títulos como AGE Fantasy e Titan’s Grave.

A Green Ronin, em 2005, também tinha lançado um jogo de “fantasia romântica”, com um cenário de romantismo em todas as formas, incluindo LGBT. Este jogo se chamava Blue Rose. Continuar lendo

Trans In Games – Dark Souls – Dark Sun Gwyndolin

Lembram quando descobriram a moça trans em Guild Wars 2? Naquele dia eu me deparei com outra personagem que eu não fazia ideia de que era trans, ou de que o jogo ao qual ela pertence tinha isso na sua narrativa.

Então eu pensei… Vamos falar das personagens trans em videogames! Nós somos tão apagades, todos os dias, inclusive nos próprios videogames. E infelizmente personagens fictícias não tem bocas de verdade pra se impor o respeito que merecem graças à transfobia de todo dia. Eu vou falar sobre essas personagens, e de uma forma, por elas. Mesmo que eu diga que a sua narrativa seja transfóbica.

Mas hoje eu quero dar um bom exemplo de representação trans em videogames. E provavelmente o mais complexo de todos.

E cuidado que esse post contém “spoilers” de Dark Souls!

Talvez no futuro eu olhe esse texto e pense: “ele não faz juz à graça do Sol Negro”. Mas farei o meu melhor pra falar sobre a minha querida.. Continuar lendo

Criação de Personagens: Uma Proposta Não-Binária

Arte por carpenoctem.

Hoje ume seguidore da página do Facebook apareceu para fazer umas indagações interessantes sobre como melhor incluir pessoas transgêneras em jogos de videogame.

Mas não em relação a NPCs ou personagens com histórias fechadas, mas sim em avatares.

E eu devo admitir que fiquei surpreendida com o quão simples foi a minha resposta.

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Casamentos homossexuais em Fire Emblem Fates

Depois da Nintendo ter feito a coisa mais homofóbica que um estúdio de videogames poderia fazer no Tomodachi Life, parece que eles voltaram atrás e estão apostando em inclusão com o Fire Emblem Fates, dando a possibilidade dos jogadores terem relacionamentos homossexuais dentro do jogo.

Mas não é uma inclusão lá muito inclusiva…. Continuar lendo

E3 2015

A E3 desse ano foi abençoada.

Porque eu digo isso?

Vamos começar com o fato de que o número de “booth babes” foi diminuído consideravelmente em comparação com o ano passado. Booth babes são aquelas mulheres em roupas pequenas e apertadas que ficam tentando chamar atenção pra você ir jogar o jogo da empresa pra qual ela foi contratada. Então dá pra ver por que isso é uma coisa boa.

Muitas protagonistas mulheres foram apresentadas nos jogos e nas coletivas, sem medo de ser feliz. A única empresa que estava se cagando de medo de fazer um jogo inclusivo era a Ubisoft, e mesmo assim eles tem uma protagonista feminina no próximo Assassin’s Creed.

E o mais importante de tudo:

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