Resenha: Arkham Horror

Alguém me responde: Como se cria um jogo de horror sem feedback audível e com o mínimo de feedback visual?

Criar um jogo de mesa de horror sem ume narradore parece contra intuitivo. Como pode o jogo gerar tensão e medo sem esse tipo de feedback? Não há nada para manter es jogadores em estado de alerta, e sem esse estado, o sentimento de controle do jogo seria constante, não?

Errado. Existe um motivo pelo qual Arkham Horror é um clássico dos jogos de tabuleiro, e não é só pela sua temática lovecraftiana. Continuar lendo

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Trans In Games – Metroid – Samus Aran

Arte por Jimbobox

Vocês não esperavam por essa né? Pois é, nem eu.

Esse post tá bem livre de spoiler porque… Bom, o fato dela ser trans não tem absolutamente nada a ver com os jogos em que ela aparece. Continuar lendo

Dados! De 1 a 120 lados.

Todes conhecem o bom e velho dado de 6 lados. Ele é simples, bonito e funciona. Você não precisa pensar muito para ver o resultado de uma rolagem de um d6, todo mundo tem pelo menos 1 d6 em casa, e d6 geralmente é o dado mais comum e barato nas lojas de jogos.

Então porque qualquer pessoa usaria um dado que NÃO é o d6?

GURPS, AGE e Fate concordariam que os outros tipos de dados são desnecessários, mas Storyteller, D&D, Savage Worlds e muitos outros RPGs discordam. E eu também. Continuar lendo