Jogos Cor de Rosa

Esses tempos, minha amiga Clarice publicou no blog dela um post sobre deixar as garotas gostarem das coisas que elas gostam em paz. Ela citou outro texto que questiona porque devemos odiar coisas que garotinhas de 13 anos amam (em inglês). Isso me lembrou um texto que uma amiga havia me passado a muito tempo sobre porque algumas garotas que se sentiam bem jogando videogames 2 décadas atrás agora se sentem expulsas (em inglês). E mais recentemente, o PBS Game/Show lançou um vídeo fazendo questionamentos sobre a desvalorização cultural de “jogos cor-de-rosa” (Também em inglês. Foi mal galera =P). E eu quero falar disso também. Por quê? Bom, porque mesmo não me encaixando em qualquer definição binária de “mulher” eu amava joguinhos “de menina”. E o meu irmão, que é um homem cis, também amava. Continuar lendo

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Game Design: Fina Arte Popular

Eu costumava achar que Game Design era uma coisa difícil de se aproximar. Que eu estava, de alguma forma, num tipo de elite de pessoas que sabem o que faz um jogo bom ou ruim. Não demorou muito pra que essa ideia estúpida saísse da minha cabeça, afinal, não há nada de inerentemente complicado demais em relação ao design de jogos.

Além disso, Game Design é uma arte nova, com ideias de pessoas jovens regando ela, e sendo disseminada por meios populares de comunicação (a.k.a. internet). O conhecimento tradicional acadêmico sobre Game Design é pequeno por causa disso, e as possibilidades do estudo formal dessa arte são tão limitadas que faz parecer que é uma arte para poucos. Mas é justamente o contrário que acontece. Continuar lendo

Resenha: Life Is Strange Season 1

Eu achei que isso ia ser uma viagem fofa, inspiradora, empoderadora, feminista… Mas não… Esse é um jogo de horror… O pior jogo de horror que eu já joguei na minha vida.

Depois daquele primeiro episódio, eu tive que jogar o resto o mais rápido possível… Mas eu acho que nunca mais vou jogá-lo de novo. Eu não tenho estômago…

Possíveis spoilers entre [spoiler]. Continuar lendo