Pirataria e A História do Software, Pt. 1

Primeiro eu gostaria de fazer um post sobre a Blizzard fechando servidores café com leite de World of Warcraft, mas aí isso apareceu no meu tumblr: Microsoft está automaticamente programando atualizações para o Windows 10, o que torna o assunto desse post ainda mais importante (e nossa, esse artigo ficou um trilhão de vezes maior do que eu planejava).

Eu acho que é seguro assumir que a maioria das pessoas que leem o meu blog são brasileiras, não devem ganhar lá muito dinheiro por mês, devem ter umas tendências políticas mais puxadas pra esquerda e/ou anarquia, consideram comprar um videogame novo um luxo, compram jogo indie porque “porra, isso aqui tá custando quinzão. Eu tenho quinzão, vai” e mantém a maior parte da sua atividade gamer em jogos pirateados, usados ou comprados nas megas promoções absurdas da Steam.

Acho que todomundo aqui tem suas próprias opiniões sobre pirataria, mas todes podemos concordar que ela não é uma coisa ruim, certo? Ótimo.

E se eu dissesse pra vocês que há um lado da pirataria, entretanto, que é extremamente importante, mas a maioria das pessoas nem se toca que existe?
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