A Carta Selvagem: Procura-se Alpha Testers

Olá, pessoal!

Hoje eu vim fazer um post curtinho pra chamar vocês pra participar de uma rodada de testes do meu novo jogo A Carta Selvagem.

Ele é um RPG de “papel e caneta” cuja pira é que… Ele se joga como se fosse uma consulta de tarô. Continuar lendo

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Resenha: Attack on Titan – Deck Building Game

Attack on Titan – The Deck Building Game é um jogo cooperativo (com modo de jogo solitário) de construção de baralhos desenvolvido pela Cryptozoic e publicado em novembro de 2016, baseado na série de animação japonesa de mesmo nome que FAZ MEU CORAÇÃO PARAR TODA SEMANA.

Infelizmente o jogo não faz o meu coração parar do mesmo jeito que o desenho, mas ainda é divertido. Continuar lendo

King of Tokyo, Takenoko, Dixit & Funbox Café

Mais um dia na vida da Felicia em relação a conhecer novos jogos de mesa os quais ela provavelmente já tinha visto o nome e se apaixonado, mas nunca realmente jogado.

Nesse último domingo, dia 19 eu fui até a loja de boardgames mais recente de Curitiba, a Funbox Boardgame & Café, para jogar uns boardgames com meus amigos.

Eu vou dar uns pensamentos rápidos sobre o que eu pensei dos jogos e do café novo. Continuar lendo

Gêneros de Jogos parte 1 – Taxonomias e A Perspectiva da Desenvolvedora

Eta porroila, o site já tem 100 posts publicados. E a consistência de conteúdo tá tão boa quanto miojo feito às pressas. Gênero aqui. Game Design ali. E por mais importante que seja a discussão sobre gêneros humanos e seus papeis, origens e naturezas na sociedade, eu to cansada de falar só sobre isso e quero falar sobre outro tipo de gênero: O gênero de videogames.

O jornalismo de videogames por muitas vezes não sabe direito como classificar um jogo. Final Fantasy X e Baldur’s Gate por algum motivo estão na mesma categoria de jogos mesmo um tendo tão a ver com o outro quanto os dois tem a ver com God of War.

Isso não é útil pra ninguém. No âmbito acadêmico fica difícil determinar o que torna tal jogo bem sucedido ou não, e como um consumidor, fica difícil de determinar que tipo de jogo você vai gostar ou não.

Eu vou dar os meus 2 centavos sobre como resolver esse problema. Seria prepotente da minha parte, é claro, tentar propor isso pra industria inteira quando eu nem se quer realmente faço parte dela, mas quem sabe chame a atenção de alguém que tenha mais conhecimento que eu, e influência de verdade, e crie uma proposta muito melhor do que a minha. Continuar lendo

A Beleza do Desequilíbrio

Vamos dar uma pausa na discussão sobre gênero pra falar de algo mais técnico que eu venho querendo abordar faz tempo.

Tem uma palavra que sempre que eu ouço, fazem meus ouvidinhos de designer coçarem como se eu tivesse com sarna. “Balanceamento”. E não é só o falso cognato com a palavra balancing que me deixa louca. O principal é o quanto as pessoas dão uma importância desnecessária pra isso.

Nem todo jogo precisa ser equilibrado. A falta de equilíbrio entre as forças opostas de um jogo muitas vezes são necessárias para garantir a força do tema do jogo, e a fluidez das suas mecânicas. Tentar “equilibrar” o seu jogo para que todas as partes tenham a mesma chance de “vencer” pode ser um grande desperdício de tempo, dinheiro e energia que acaba criando algo virtualmente inútil. Continuar lendo

A Fusão Entre Jogadore e Personagem

Fotografia por Priscilla Lacerda do Museu do RPG

Yay! Eu recebi a primeira colaboração da comunidade pro FGD. Blog que a pesar de levar o meu nome, é tão meu quanto de vocês. E esse post é sobre o tal do “bleeding”, um conceito que surgiu no mundo do LARP (Live Action Role Playing) e acabou sangrando pro resto do mundo dos jogos (Eu sou demais com trocadilhos né? Fala sério!)

E eu gostaria de vos lembrar que toda pessoa trans é mais do que bem vinda pra contribuir com o site de qualquer forma!

A FUSÃO ENTRE JOGADORE E PERSONAGEM

Por Flávio “Sol Mas Lua” Schmidlin

No mundo dos jogos e esportes existe uma expressão bastante comum, que é sempre repetida e cria uma expectativa de como se deve agir nos jogos. Diz-se sempre “leve na esportiva”. Mas qual a origem conceitual desta fala? Continuar lendo

Resenha: Epic Spell Wars of the Battle Wizards: Duel at Mt. Skullzfyre

Trigger Warning: Gore. Piadinhas sobre pênis.

Sabe quando um jogo tem mecânicas muuuuito legais, mas o tema da parada é tão horrível que não dá pra jogar? É.

É nesse momento que eu digo que a gente tem que começar a se apropriar das paradas maneiras pra que elas possam se tornar maneiras de verdade. Continuar lendo

Lughlogia – Jogos de Mesa e Paganismo

Eu não costumo falar de religião aqui no blog. Não é o tipo de coisa que fica se divulgando a torto e a direito, por mais que eu fale algo sobre os sabbaths da Roda do Ano na página do facebook.

Mas hoje é diferente. Hoje é Lammas. Hoje é Lughnasadh. Hoje é o dia da primeira colheita da Roda do Ano Céltica no hemisfério sul, em que a gente monta bonequinhas de palha e joga joguinhos.

Eu já fiz o ritual de Lammas no dia 31 do mês passado, mas a data “oficial” é dia 4 de Fevereiro, e algo que eu não apontei no post do facebook sobre o assunto, é que este é o sabbath dos jogos! E esse é um blog sobre jogos! Parece um casamento perfeito 8D Continuar lendo

Game Design: Fina Arte Popular

Eu costumava achar que Game Design era uma coisa difícil de se aproximar. Que eu estava, de alguma forma, num tipo de elite de pessoas que sabem o que faz um jogo bom ou ruim. Não demorou muito pra que essa ideia estúpida saísse da minha cabeça, afinal, não há nada de inerentemente complicado demais em relação ao design de jogos.

Além disso, Game Design é uma arte nova, com ideias de pessoas jovens regando ela, e sendo disseminada por meios populares de comunicação (a.k.a. internet). O conhecimento tradicional acadêmico sobre Game Design é pequeno por causa disso, e as possibilidades do estudo formal dessa arte são tão limitadas que faz parecer que é uma arte para poucos. Mas é justamente o contrário que acontece. Continuar lendo