Dragon Age RPG: Pontos em “Magia” para Ladinos e Guerreiros

Originalmente Postado Em: dragonagebrasil.com.br

Essa é uma dica de interpretação pra jogadores intermediários e avançados de Dragon Age RPG. Continuar lendo

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Dicas de Narratriz #1 – Organizar Informações

Narrar RPG de mesa é difícil. Não vamos mentir, é sim. E se tu quiser tomar o papel de narrador, narradora, narratriz ou como quer que você queira se entitular, você vai ter que dedicar boa parte do seu tempo pra preparação de suas campanhas. E até o mais improvisador de todos os narradores pode se beneficiar de algum preparo.

Eu narro apenas a 6 anos, e eu não sou DE FORMA ALGUMA uma expert. Existem pessoas muito mais experientes que eu por aí que escreveram livros sobre o assunto, e meus jogadores sabem o quanto eu consigo me embananar de vez em quando.

Mas conhecimento existe para ser compartilhado, por menor que ele seja. E eu acredito que narradores mais iniciantes podem tirar proveito dessas dicas.

Uma das grandes barreiras da narração de RPGs de mesa, é organizar todas as informações necessárias na sua cabeça. Felizmente nós temos escudos e papéis pra fazer essas organizações.

Eu creio que essas dicas são as quais eu tenho mais propriedade pra falar então começaremos por aqui mesmo, organização. E quaisquer outras dicas são mais que vem vindas nos comentários.

Mas vamos ao que interessa. Continuar lendo

Implementações para Dragon Age RPG no Roll.20.net: Iniciativa, token actions e abilities

Só pra não perder o pique, aqui vai outro tutorial pra facilitar jogos de Dragon Age RPG no Roll20. Essa foi a primeira parte.

Como discutido antes, vários elementos de Javascript só estão disponíveis se você pagar 10 dólares ao mês pro site, e esse tutorial, bem mais que o anterior, vai assumir que você não tem nenhum acesso aos APIs da sua mesa.
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Implementações para Dragon Age RPG no roll20.net: Macros

Esse é meu primeiro tutorial de programação no blog! To expandindo!

Deve ser influência da Thais Weiller que esses dias acidentalmente deu uma aula de introdução ao Twine no Algures da UTFPR hauheuaheuhauhe.

O Roll20.net é uma excelente ferramenta para você narrar seus jogos de RPG. E ele é tão útil para jogos presenciais quanto para aqueles jogados pela internet.

Este aplicativo de browser suporta vários sistemas de jogo diferentes, inclusive o Dragon Age RPG. E quando você começa uma mesa nele, fichas pro sistema que você escolheu já são geradas para os seus jogadores preencherem. Ou você mesmo preencher. Nele você pode colocar mapas que podem ser montados no próprio aplicativo ou através de programas externos.

O roll20 oferece várias facilidades, como a possibilidade de criar botões que fazem rolagens complexas automaticamente. E é disso que vamos falar aqui.

Infelizmente não existe (ou pelo menos não existia até agora) tais botões disponíveis para DA. Mas eu tomei a liberdade de desenvolver eles e dividir os códigos com vocês. Continuar lendo

Gêneros de Jogos parte 1 – Taxonomias e A Perspectiva da Desenvolvedora

Eta porroila, o site já tem 100 posts publicados. E a consistência de conteúdo tá tão boa quanto miojo feito às pressas. Gênero aqui. Game Design ali. E por mais importante que seja a discussão sobre gêneros humanos e seus papeis, origens e naturezas na sociedade, eu to cansada de falar só sobre isso e quero falar sobre outro tipo de gênero: O gênero de videogames.

O jornalismo de videogames por muitas vezes não sabe direito como classificar um jogo. Final Fantasy X e Baldur’s Gate por algum motivo estão na mesma categoria de jogos mesmo um tendo tão a ver com o outro quanto os dois tem a ver com God of War.

Isso não é útil pra ninguém. No âmbito acadêmico fica difícil determinar o que torna tal jogo bem sucedido ou não, e como um consumidor, fica difícil de determinar que tipo de jogo você vai gostar ou não.

Eu vou dar os meus 2 centavos sobre como resolver esse problema. Seria prepotente da minha parte, é claro, tentar propor isso pra industria inteira quando eu nem se quer realmente faço parte dela, mas quem sabe chame a atenção de alguém que tenha mais conhecimento que eu, e influência de verdade, e crie uma proposta muito melhor do que a minha. Continuar lendo

Diário Premortem ACS 1 – A Concepção

Só pra manter a quantidade de conteúdo do blog mais recorrente, eu vou fazer diários Premortem dos jogos que eu estou desenvolvendo, e dividir com vocês as minhas frustrações, ideias, desenvolvimentos e conclusões, bem como aproveitar a oportunidade pra convidar-lhes pra alguns testes.

Eu estou desenvolvendo um RPG de mesa de horror chamado A Carta Selvagem, tomando como inspiração Dishonored, Darkest Dungeon, Dark Souls, Bloodborne, Mundo das Trevas clássico, Castelo Falkenstein, GURPS, AGE, Arkham Horror, Welcome to Nightvale, O Médico e o Monstro, e toda e qualquer coisa já escrita por H.P. Lovecraft e Edgar Allan Poe.

O jogo se envolve no relacionamento entre personagem e jogadore através de cartas que mostram e moldam os destinos das personagens, e onde inclusive a responsabilidade da narração pode ser dividida com jogadores.

Mas por mais que o jogo seja de horror, a concepção dele é uma história meio engraçada. Continuar lendo

Dragon Age Brasil e… A Manhã Virá de Novo?

Bom. Depois de muitos problemas técnicos e não tão técnicos, acho que agora vai.

Se você acompanha o blog faz tempo, você deve saber que AGE é meu sistema favorito, que eu narro Dragon Age RPG pros meus amigos, e a gente tem tentado compartilhar essas empreitadas na internet desde fevereiro. Com streams no twitch, vídeos no youtube, e até um site dedicado. Bom, se você tentou entrar no site recentemente, você deve ter notado um aviso com um link te redirecionando para um site chamado Dragon Age Brasil.

Long Story Short, Dragon Age Brasil e A Manhã Virá se tornaram um projeto só. Todos os meus textos sobre a lore de Dragon Age e sobre Dragon Age RPG podem ser encontrados lá agora. Assim como todos os seis episódios disponíveis de A Manhã Virá.

Isso significa que a gente vai ter que… Por falta de melhor termo em português… Get our shit together. Continuar lendo

NPCs e Construção de Mundo

Um assunto que tem se feito relevante em algumas situações nas quais eu tenho me encontrado recentemente é a construção de NPCs.

Eu tenho uma tendência a achar jogos de mundo aberto extremamente chatos, porque eu sou o tipo de jogadora que gosta de ver que minhas ações tem consequências significativas. Me dê um mundo repleto de pessoas sem rosto, todos com a mesma voz e a mesma falta de história, que simplesmente servem como parte de cenário para as peripécias, heroísmos ou terrorismos da sua personagem e eu vou ficar incrivelmente entediada em menos de 2 horas.

Eu não consigo gostar de GTA, Red Dead Redemption e outros jogos do gênero tanto quanto outras pessoas. E o único motivo pelo qual eu consigo me divertir com Skyrim é pelo aspecto de expressão pessoal – que simplesmente não existe nos GTAs da vida.

E eu culpo isso pela falta de NPCs profundos.

Enquanto eu também sou o tipo de jogadora que se encontra fascinada com mundos que vivem sem precisar da minha intervenção e está repleto de pessoas simplesmente vivendo suas próprias vidas e aventuras.

Um mundo é criado pelas pessoas que habitam nele, e a maior quantidade de pessoas que habitam um mundo de videogame são sempre NPCs.

Nesse artigo eu pretendo falar tanto sobre videogames quanto sobre jogos de mesa. Continuar lendo