Trans In Games – Hyrule Warriors: Legends – Linkle

Essa elfa é uma humana!

E pior que é mesmo. Não existem elfas na lore de The Legend of Zelda. Assim como aparentemente não existe lugar pra uma Link mulher; e mulheres heroínas só no jogo spin-off da Omega-Force que não é nem considerado canon.

Sexismo vindo da Nintendo não é novidade pra ninguém. É um monte de senhores de 50+ anos fazendo jogos pra crianças e adolescentes japoneses de acordo com as suas próprias visões de mundo antiquadas e machistas. Um ex empregado da Nintendo contou para o Kotaku (infelizmente não consegui achar a fonte; quem conseguir, me manda) um relato bem detalhado falando sobre inovação é impossível na empresa que funciona mais como um feudo japonês da era Sengoku do que uma desenvolvedora de videogames.

E quando os primeiros trailers do, agora conhecido como Breath of The Wilds saíram, todomundo estava super animade pra ver uma link menina num jogo principal da série. E o lançamento da Linkle em Hyrule Warriors só deixou a gente ainda mais animade!

Mas aí a E3 aconteceu e toda possibilidade de um dia podermos ver Link como menina caiu por terra… Ou será que caiu mesmo? Continuar lendo

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Ubifoda-se lança pacotes de pré-compra para ingressos de Assassin’s Credo

Eu costumava gostar de Assassin’s Creed. Assassin’s Creed era bom. Assassin’s Creed 2 era muito bom. Assassin’s Creed Brotherhood era muito bom. Assassin’s Creed Revelations foi meio podre, mas Assassin’s Creed 3 foi muito bom!

E depois a Ubisoft resolveu mostrar sua cara. E pato que partiu, que cara feia. Continuar lendo

Jogos Cor de Rosa

Esses tempos, minha amiga Clarice publicou no blog dela um post sobre deixar as garotas gostarem das coisas que elas gostam em paz. Ela citou outro texto que questiona porque devemos odiar coisas que garotinhas de 13 anos amam (em inglês). Isso me lembrou um texto que uma amiga havia me passado a muito tempo sobre porque algumas garotas que se sentiam bem jogando videogames 2 décadas atrás agora se sentem expulsas (em inglês). E mais recentemente, o PBS Game/Show lançou um vídeo fazendo questionamentos sobre a desvalorização cultural de “jogos cor-de-rosa” (Também em inglês. Foi mal galera =P). E eu quero falar disso também. Por quê? Bom, porque mesmo não me encaixando em qualquer definição binária de “mulher” eu amava joguinhos “de menina”. E o meu irmão, que é um homem cis, também amava. Continuar lendo