Resenha: Anime Saga – A Primeira Jornada

“Anime Saga é um jogo de entrada no hobby, leve mas com opções estratégicas interessantes”. HAUHEUAHEUHAUEHAUHEUAHUHAUHEUAHREUHAUEHUAHEUHA. Alguém embebedou a Ludopédia. Deve ter sido esse tal de Michael Alves. Continuar lendo

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Resenha: Blood Rage

PELAS BARBAS DE YMIR como eu amo mitologia nórdica e os povos da antiga Escandinávia e ao mesmo tempo odeio Vikings (sorta)!

Blood Rage é um jogo do caralho que trata de todos os aspectos mitológicos e culturais da vida Viking indo desde o favor dos deuses até saques de cidades aleatórias em ciclos de vida e morte que consistem o Ragnarok! E tem tudo que você esperaria de uma fantasia baseada em vikings: Desde bênçãos de Hel até saques de cidades vizinhas, apropriação cultural e mulheres de bikini-mail NO MEIO DA NEVE.

Eu amo esse jogo e detesto ele ao mesmo tempo. Vamos falar de Blood Rage.

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Resenha: Mansions of Madness Segunda Edição

Primeiro de tudo: esclarecimentos.

Esse post não foi feito pro meu blog, apesar de eu ser a autora. Eu to trabalhando como redatora e… Resenhista? Da Rocky Raccoon! Não é fixo. É só uns freelas com notícias e resenhas dos jogos da loja e da locadora deles. Mas enfim, eu to sendo paga pra falar desse jogo.

Vamos ao que interessa.

Quando a gente fala de série Arkham, isso pode significar duas coisas:

  1. A série de videogames mais recente do Batman, que é… Okay?
  2. A série de boardgames, card games e livros da Fantasy Flight Games que se baseiam na obra de H.P. Lovecraft e dos autores lovecraftianos depois dele. Também conhecida como Arkham Horror Files.

E eu AMO Arkham Horror Files. Continuar lendo

Resenha: Attack on Titan – Deck Building Game

Attack on Titan – The Deck Building Game é um jogo cooperativo (com modo de jogo solitário) de construção de baralhos desenvolvido pela Cryptozoic e publicado em novembro de 2016, baseado na série de animação japonesa de mesmo nome que FAZ MEU CORAÇÃO PARAR TODA SEMANA.

Infelizmente o jogo não faz o meu coração parar do mesmo jeito que o desenho, mas ainda é divertido. Continuar lendo

Resenha: Epic Spell Wars of the Battle Wizards: Duel at Mt. Skullzfyre

Trigger Warning: Gore. Piadinhas sobre pênis.

Sabe quando um jogo tem mecânicas muuuuito legais, mas o tema da parada é tão horrível que não dá pra jogar? É.

É nesse momento que eu digo que a gente tem que começar a se apropriar das paradas maneiras pra que elas possam se tornar maneiras de verdade. Continuar lendo

Resenha: Arkham Horror

Alguém me responde: Como se cria um jogo de horror sem feedback audível e com o mínimo de feedback visual?

Criar um jogo de mesa de horror sem ume narradore parece contra intuitivo. Como pode o jogo gerar tensão e medo sem esse tipo de feedback? Não há nada para manter es jogadores em estado de alerta, e sem esse estado, o sentimento de controle do jogo seria constante, não?

Errado. Existe um motivo pelo qual Arkham Horror é um clássico dos jogos de tabuleiro, e não é só pela sua temática lovecraftiana. Continuar lendo