Resenha: Anime Saga – A Primeira Jornada

“Anime Saga é um jogo de entrada no hobby, leve mas com opções estratégicas interessantes”. HAUHEUAHEUHAUEHAUHEUAHUHAUHEUAHREUHAUEHUAHEUHA. Alguém embebedou a Ludopédia. Deve ter sido esse tal de Michael Alves. Continuar lendo

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Resenha: Blood Rage

PELAS BARBAS DE YMIR como eu amo mitologia nórdica e os povos da antiga Escandinávia e ao mesmo tempo odeio Vikings (sorta)!

Blood Rage é um jogo do caralho que trata de todos os aspectos mitológicos e culturais da vida Viking indo desde o favor dos deuses até saques de cidades aleatórias em ciclos de vida e morte que consistem o Ragnarok! E tem tudo que você esperaria de uma fantasia baseada em vikings: Desde bênçãos de Hel até saques de cidades vizinhas, apropriação cultural e mulheres de bikini-mail NO MEIO DA NEVE.

Eu amo esse jogo e detesto ele ao mesmo tempo. Vamos falar de Blood Rage.

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O Feitiço de Ser Sua Própria Melhor Amiga

Arte por kimbbq

Eu honestamente não sei por onde começar com isso. O hype passou.

Eu não tenho o que dize pra vocês, mas algo, dentro do âmago do meu ser, diz que eu devo. Eu tenho uma obrigação moral de vir até vocês, leitoras e leitores, que tem me acompanhado na minha jornada até aqui a dois anos, e dizer o que aconteceu comigo nestas últimas semanas.

Eu quis escrever esse texto a mais de uma semana atrás, mas eu acabei decidindo não escrever porque eu tinha “responsabilidades” para atender. Mas existe alguma responsabilidade maior nessa Terra sagrada do que a responsabilidade que eu tenho comigo mesma e meu próprio espírito?

Infelizmente minha noção de tempo é distorcida por vários acontecimentos. Na realidade, ela sempre foi, mas agora especialmente eu não tenho ideia de quando ou como certas coisas aconteceram.

Mas eu devo satisfação pra vocês (porque eu ando escrevendo pouco) e pra mim mesma.

aviso de conteúdo: depressão, suicídio, alucinações

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Violências Lúdicas e Simulação de violências reais

Da última vez nós discutimos sobre o que é violência dentro de um jogo, o que são agentes, e como eles se interligam. E chegamos a uma semi-conclusão de que a pergunta “porque jogos são tão violentos”, por mais que não seja falaciosa, é mal direcionada.

Violência dentro de um jogo pode tomar várias formas que podem ou não ter a ver com violências nocivas que podemos ser obrigadas a enfrentar no mundo real.

É sobre isso que quero falar hoje. E sobre como essas violências es assemelham ou se diferenciam quando se manifestam em reinos lúdicos diferentes.

Pra entender esse post você vai ter que ler o seguinte:

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Agência e Violência Dentro Dos Círculos Mágicos

Vamos falar de problemáticas de Design?

Você já deve ter notado que videogames tem uma tendência bastante… violenta. O tempo todo nós estamos atirando, assassinando e pulando nas cabeças dos nossos inimigos. Até o simples ato de desfazer uma linha de crochê é, por definição, um ato de violência no contexto de Kirby’s Epic Yarn.

Porque isso acontece? Continuar lendo

Resenha: Mansions of Madness Segunda Edição

Primeiro de tudo: esclarecimentos.

Esse post não foi feito pro meu blog, apesar de eu ser a autora. Eu to trabalhando como redatora e… Resenhista? Da Rocky Raccoon! Não é fixo. É só uns freelas com notícias e resenhas dos jogos da loja e da locadora deles. Mas enfim, eu to sendo paga pra falar desse jogo.

Vamos ao que interessa.

Quando a gente fala de série Arkham, isso pode significar duas coisas:

  1. A série de videogames mais recente do Batman, que é… Okay?
  2. A série de boardgames, card games e livros da Fantasy Flight Games que se baseiam na obra de H.P. Lovecraft e dos autores lovecraftianos depois dele. Também conhecida como Arkham Horror Files.

E eu AMO Arkham Horror Files. Continuar lendo

Correção: Reinos Lúdicos São Dinâmicas, Não Gêneros.

Sabe quando você tá pesquisando um assunto aí você nota que tem que escrever sobre outro assunto antes, aí você escreve, aí volta pra pesquisa, e nota que você falou bosta, e aí se corrige, quando se corrige nota que precisa falar de mais um aspecto antes de chegar no assunto final, e aí fica morrendo de medo de quando você realmente tiver o conteúdo pra chegar no assunto final note que ainda falta merda pra ser falada?

É, pesado.

Mas esse post vai ser um adendo curtinho pra outros dois textos que publiquei anteriormente. Continuar lendo